“When you’re finished changing, you’re finished.”
Benjamin Franklin, 1706-1790
Diplomata, cientista e empreendedor norte-americano
Por Gutemberg B. de Macêdo*
Vivemos um período na história humana de grandes e profundas transformações – globalização, fusões e aquisições, reorganização, downsizing, revolução eletrônica, out-sourcing, pluralismo ideológico, entre inúmeras outras.
Essas mudanças impactam de maneira substancial e poderosa sobre as carreiras dos indivíduos. Aquilo que ontem era considerado um mantra na gestão de uma carreira, “emprego do berço à sepultura”, por exemplo, hoje é algo inteiramente do passado e sem nenhum valor ou significado.
Diante dessa nova realidade podemos negar ou ignorar essas transformações, lutar com afinco e zelo xiita contra elas, fingir que elas não nos afetam ou simplesmente abraçá-las a fim de tirar proveito das oportunidades que elas nos oferecem.
Pesquisas científicas conduzidas por inúmeras instituições de renome internacional confirmam a imperiosa necessidade de mudança individual. Portanto, aqueles profissionais que não forem capazes de mudar, rápida e radicalmente, estarão preparados para viver apenas em um mundo corporativo que não existe mais.
Infelizmente, creio que a maioria dos profissionais prefere se agarrar ao passado em vez de encarar o futuro com determinação, ousadia, foco e paixão. É uma pena, visto que eles contribuirão para o descarrilamento de suas carreiras. Há um provérbio africano que diz: “When the music changes, so does the dance.” (“Quando a música muda, a dança também muda.”)







