Aprenda cinco lições com a Olimpíada para conquistar medalha de ouro no trabalho
Fonte: Edson Valente – UOL
Não são apenas os atletas que, em suas vitórias ou derrotas, tiram lições das Olimpíadas. O que se passa nos jogos pode também ser aplicado em outro ambiente igualmente competitivo – o empresarial.
Os paralelos traçados entre o mundo dos esportes e a vida corporativa costumam embasar palestras e cursos ministrados por nomes como Bernardinho, do vôlei. Há lógica nesse tipo de relação: conceitos como os de liderança, planejamento estratégico e trabalho em equipe são a razão do sucesso tanto em quadras, campos e tatames como em salas de escritório.
A medalha de ouro do ginasta brasileiro Arthur Zanetti é um bom exemplo de como a busca constante de novas competências, aliada ao equilíbrio mental, leva aos melhores resultados. O próprio Zanetti creditou seu lugar mais alto no pódio a estratégia e concentração.
Após conquistar, no ano passado, a medalha de prata na categoria argolas masculino do Campeonato Mundial de Ginástica Artística, o ginasta e seu técnico, Marcos Goto, optaram por treinar séries de movimentos mais complexas e trabalhar o aspecto psicológico para suportar bem a pressão nas Olimpíadas. Resultado: vitória em Londres.
Para o funcionário de uma empresa, a medalha de ouro pode equivaler a uma promoção ou a um aumento salarial. E atingir esses objetivos também requer preparo e determinação.
“Às vezes o profissional se pergunta por que não foi promovido e se esquece de avaliar se realmente deu o seu melhor para tanto. É preciso superar-se, ir atrás de novidades todos os dias”, observa Cezar Tegon, diretor de novos produtos e serviços da ABRH (Associação Brasileira de Recursos Humanos) – Nacional. Para ele, o que garante o emprego não é o conhecimento técnico, e sim o comportamento de buscar o novo constantemente.
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