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Profissionais de sucesso que já foram rejeitados

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Profissionais de sucesso que já foram rejeitados

Postado dia 25 fevereiro 2012 by admin

O site da Revista Exame traz para nós uma lista de 8 personalidades que, em algum momento de suas carreiras, foram subestimados. Por incrível que pareça, até mesmo o gênio da Teoria da Relatividade, Albert Einstein sofreu rejeição. Confira!

 

Jeremy Lin

Nas últimas semanas, Jeremy Lin, jogador do time de basquete americano New York Knicks, ganhou o centro das atenções do público mundial por seu desempenho de tirar o fôlego dentro das quadras. Em cinco jogos, ele fez 134 pontos.

O que impressiona é o fato de que, até agora, o americano de origem taiwanesa tinha um desempenho mediano dentro das quadras. Para se ter uma ideia, ao longo de toda temporada de 2011, Lin jogou por cerca de 50 minutos. Apenas.

Formado em Economia pela Universidade de Harvard, ele foi dispensado por dois times antes de ir para Knicks e não conseguiu bolsa para praticar basquete em uma universidade. Não se sabe ainda se o fenômeno “Linsanity”, como o desempenho de Lin foi apelidado, continuará por muito tempo e se ele se igualará aos grandes gênios do basquete.

Albert Einstein

O físico e cientista alemão Albert Einstein não falava até os quatro anos e só começou a ler depois dos sete. O gênio já foi expulso da escola e seu professor o descreveu como mentalmente lento e não sociável. E em 1895 não passou nos teste de admissão da Eidgenössische Technische Hochschule (ETH), pois foi reprovado em humanidades.

Subestimado no meio científico, durante sua carreira desenvolveu a teoria da relatividade, conquistou o Prêmio Nobel de física em 1921 e mudou a história da física moderna. Hoje, seu nome é sinônimo de inteligência.

J.K. Rowling

A autora da série “Harry Potter” era professora e sonhava com a profissão de escritora. O manuscrito de “Harry Potter a Pedra Filosofal” foi recusado por várias editoras até que em 1996, a Editora Bloomsbury decidiu publicar o livro.

Ela foi nomeada pela Rainha Elizabeth como “Officer of the Order of the British Empire”, entrou na lista de bilionários da revista Forbes e, até hoje, colhe os frutos com a saga do bruxo.

Walt Disney

O produtor cinematográfico norte americano foi o criador de Mickey Mouse e a Disneylândia. No início de sua carreira, ele foi demitido da Kansas City Star Newspaper porque, de acordo com seu editor, ele não tinha imaginação e nem boas ideias.

Sua primeira companhia de animação “Laugh-O-Grams” faliu. Depois, mudou com seu irmão para Califórnia onde foi reconhecido em Hollywood após fazer sucesso com “Alice Comedies”. Hoje, a marca Disney fatura muito dinheiro com brinquedos, filmes e os parques temáticos.

Vincent van Gogh

O reconhecimento de suas obras veio somente após sua morte. Durante sua vida, ele vendeu apenas uma pintura “O Vinhedo de Vermelho” por uma quantia não muito significativa. Detalhe, o comprador era um amigo.

O pintor pós-impressionista holandês passou fome, viveu em barracos e foi rejeitado pela crítica e artistas da época. Mas, durante o período de dez anos, van Gogh produziu mais de 800 pinturas. Curiosamente, ele chegou a se enveredar pela carreira de pastor como seu pai.

“O Retrato de Dr. Gachet” foi vendido a um colecionador japonês por 82,5 milhões de dólares em 1990.

Os Beatles

A banda de rock de Liverpool é um dos grupos mais bem sucedidos da história. John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr influenciaram gerações de pessoas e músicas com suas canções.

Mas o começo da banda também foi marcada por uma rejeição da Decca Records, em que a gravadora disse que os Beatles não teria futuro no show business. Após esse fato, a banda assinou com a produtora EMI e a Beatlemania se alastrou nos Estados Unidos e se tornou a uma das melhores bandas da história.

Michael Jordan

Reconhecido como um dos melhores jogadores de basquete de todos os tempos e a estrela do NBA, Michael Jordan teve sua carreira marcada pela habilidade de pontuar nos jogos.

O ex-jogador profissional de basquete já foi dispensado da equipe da escola, Laney High school em Wilmington, Carolina do Norte por sua baixa estatura.

Henry Ford

O fundador da Ford Motor Company foi o primeiro empresário a aplicar a montagem em série na produção em massa de automóveis na indústria dos Estados Unidos.

Durante sua carreira, sua primeira empresa, a Detroit Automobile Company não obteve sucesso. Sua segunda empresa também faliu e, apesar do fracasso, ele persistiu.

Como podemos ver com os exemplos citados na matéria da Exame, não devemos desistir e nem mesmo permirtir que alguém nos diga o que podemos ou não fazer. Lembre-se: o céu é o limite! ;)

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Desempregado, não! Estou disponível para o mercado.

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Desempregado, não! Estou disponível para o mercado.

Postado dia 22 fevereiro 2012 by admin

“Quando alguém te pergunta:” “você está trabalhando?” você responde: “Não, estou desempregado!”. Isso soa um tanto desanimador, não acha?

Yngrid Paixão – Empregos.com.br

Desempregado, não! Estou disponível para o mercadoÉ hora de rever seus conceitos e animar essa fase digamos “passageira”, da sua vida. É importante encarar esse momento com menos desanimo. Quando for falar sobre isso com alguém, diga que está “disponível para o mercado”. Você verá como uma simples mudança de postura vai te fazer sentir melhor.

Pode parecer bobeira, mas as palavras têm um peso que reflete nas pessoas e na forma como elas se vêem diante da situação. O termo desempregado transmite uma sensação de incapacidade como se a pessoa estivesse acomodada ou algo assim. Fuja dele.

As empresas estão em freqüente rotatividade no quadro de funcionários. Crises, reestruturações, cortes, reajustes, tudo isso é comum e atinge sempre o elo mais fraco: o trabalhador. Hoje em dia não estar trabalhando por um determinado período não é motivo de vergonha. Continue lendo aqui!

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ESTIMULE A VONTADE DE CRESCER JUNTO COM A EMPRESA

Postado dia 25 agosto 2009 by admin

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Desafio é estimular a criatividade e a motivação dos funcionários

Nos dias de hoje, as pessoas não consideram mais o trabalho uma fonte de satisfação e qualidade de vida e, sim, um meio de sobrevivência e esperança. O problema é que os funcionários são o combustível de uma empresa e o maior desafio é fazer com que eles se sintam motivados.

A consultora e palestrante comportamental Maria Inês Felippe, especialista em Administração de Recursos Humanos, acredita que motivar funcionários significa criar condições para que eles trabalhem mais e melhor em benefício da organização.

Mas como fazer isso? O fato é que cada pessoa deve ser motivada de maneira diferente, pois cada um possui necessidades e emoções distintas. “O homem é um ser insaciável. Uma vez satisfeita uma necessidade, automaticamente surgirão outras, por isso, é importante que a empresa diversifique os benefícios, adequando-os de acordo com as necessidades dos funcionários”, explica Maria Inês.

Para a especialista, o desafio dos gestores é fazer com que o funcionário sinta vontade de crescer junto com a empresa e os fatores motivacionais envolvem sentimentos de crescimento individual, reconhecimento profissional e auto-realização. “É preciso pensar no que o funcionário gostaria de ganhar e não no que a empresa gostaria de dar”, diz.

Sendo assim, saber o que o funcionário quer é a missão de Maria Inês Felippe. Ela acredita que a motivação só dá certo se o funcionário está disposto a se motivar. E o papel da empresa nesse processo é o de propiciar condições e incentivos no trabalho.

As atividades propostas por Maria Inês visam responder à seguinte questão: quais são os comportamentos que as pessoas apresentam que você identifica como desmotivação? São nesses elementos que a psicóloga baseia seu trabalho. “Além do comportamento, trabalho também as causas que levam à desmotivação”, explica. “Na grande maioria, essas causas estão nas políticas de recursos humanos ou na cultura da organização. Não trabalhar essas questões é o mesmo que passar um verniz sobre uma ferrugem.”

Para ajudar as empresas, Maria Inês Felippe dá algumas dicas:

  • Estabeleça metas claras e atingíveis, que devem ser desafiadoras;
  • Divulgue a todos as regras do jogo e estimule a criação de campanhas, slogans, etc.;
  • Propicie condições físicas, tecnológicas, materiais e psicológicas para a conquista das metas;
  • Envolva vários departamentos ou até mesmo toda a empresa em uma mesma meta;
  • Propicie um clima interno de incentivo, com quadros de aviso, intranet, etc.;
  • Distribua prêmios adequadamente, inclusive para as pessoas que auxiliam outras a conquistarem as metas (como secretárias e auxiliares);
  • Comemore as conquistas com uma festa ou uma reunião.

Sobre Maria Inês Felippe

Formada em psicologia, pós-graduada em Administração de Recursos Humanos, Mestra em Criatividade e Inovação Aplicada pela Universidade de Santiago de Compostela (Espanha), vice-presidente de Interação da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH Nacional) e professora de graduação e pós-graduação da FAAP, INPG (Instituto de Pós-graduação), Maria Inês Felippe atua há 22 anos na área de Recursos Humanos, Treinamento e Desenvolvimento, Marketing, Vendas e Gestão – utilizando em sua metodologia de trabalho a arte como ferramenta de desenvolvimento e a dominância cerebral. Autora do livro 4 C’s para Competir com Criatividade e Inovação, da Editora Qualitymark, lançado em 2007, Maria Inês ministra palestras e treinamentos por todo o Brasil e já realizou diversos trabalhos em países como Angola (ONU), Venezuela, Argentina, México, Espanha, Portugal e Japão.

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